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Leonor Bianchi Ano que vem, no dia 7 de abril, completar-se-ão 100 anos que Pixinguinha e os Oito Batutas apresentaram-se pela primeira vez. O fato se deu na sala de espera do cinematógrafo Cine Palais, localizado no coração do centro histórico da então capital federal, cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, na região […]

Os 100 anos dos Oito Batutas e o choro no ...


Por Leonor Bianchi Em pauta o centenário de Jacob do Bandolim na Biblioteca do Choro. Esta semana conversei com o professor de música e pesquisador Felipe Pessoa, que durante seu mestrado escreveu a tese ‘ Cuidado, violão! As transformações no acompanhamento dos violões nos conjuntos de choro. O artigo que você pode ler clicando aqui […]

Os violões de Jacob do Bandolim: A consolidação de um ...


Por André Diniz e Diogo Cunha “Um sujeito que se chama Zé da Velha só pode ser bom sujeito. O Zé é um patrimônio da cidade”[1]. (Sergio Cabral, pesquisador) Manhã de domingo. Lila Lea arrasta orgulhosa o pequeno coroinha – liturgicamente vestido com túnica vermelha e sobrepeliz branca – à Igreja Nossa Senhora da Piedade. Depois […]

Zé da Velha ou Velha do Zé



Série da Rádio Batuta, do IMS, conta a história de Jacob do Bandolim, cujo centenário se completa em fevereiro Com a série “Vibrações – O som de Jacob do Bandolim”, a Rádio Batuta, em parceria com o Instituto Jacob do Bandolim, vai celebrar o centenário de um dos mais importantes músicos brasileiros. O documentário estará […]

Revista do Choro conversa Luiz Fernando Vianna: Coordenador da Rádio ...


Por André Diniz e Diogo Cunha Cláudio Lopes dos Santos, mais conhecido como Cláudio Camunguelo era pagodeiro de mão cheia e grande (que mais parecia uma raquete), enfiava sua flauta transversa na música que aparecesse pela frente. Virou uma figura lendária nas rodas de samba e de choro da cidade do Rio. O cabra mereceria […]

Camunguelando


Leonor Bianchi Impossível contar a história do choro, sobretudo, em São Paulo, sem falar do Conjunto Atlântico. Símbolo maior do gênero, o regional teve início nas reuniões promovidas no começo dos anos de 1950, às terças e sextas-feiras, na avenida Rudge, 944, no bairro do Bom Retiro; casa do violonista Antonio D’Áuria. O pesquisador José […]

A casa do D’Áuria: um oceano Atlântico de memórias – ...