Leonor Bianchi O cinema já era uma indústria nos Estados Unidos nos anos 1920 quando os Oito Batutas começaram a tocar na sala de espera do Cine Palais, em 1919, no Rio de Janeiro. Enquanto vivíamos a ‘Política do Café com Leite’, na República Velha, o cinema já vigorava como a primeira economia norte-americana e […]

Os 100 anos dos Oito Batutas e o choro no ...


Leonor Bianchi Ano que vem, no dia 7 de abril, completar-se-ão 100 anos que Pixinguinha e os Oito Batutas apresentaram-se pela primeira vez. O fato se deu na sala de espera do cinematógrafo Cine Palais, localizado no coração do centro histórico da então capital federal, cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, na região […]

Os 100 anos dos Oito Batutas e o choro no ...


Redação Resultado de pesquisa acadêmica do historiador Sérgio Estephan, livro apresenta a trajetória de uma das principais referências do violão instrumental brasileiro Em Abismo de rosas, as Edições Sesc São Paulo resgatam a trajetória de Américo Jacomino, o “Canhoto” (1889-1928), uma das principais referências do violão instrumental brasileiro. Fruto de extensa pesquisa do historiador Sérgio Estephan, o […]

Edições Sesc São Paulo lançam Abismo de rosas, biografia do ...




Leonor Bianchi Quem conversou comigo esta semana foi o dramaturgo e chorão Rogério Guarapiran, de Taubaté (SP). Ele está lançando o CD ‘O choro de Taubaté’ através de uma campanha de financiamento colaborativo. O CD presta uma homenagem aos compositores regionais e chorões da cidade. Serão gravadas 12 faixas inéditas de 10 compositores diferentes que fazem parte parte […]

O choro de Taubaté


Por Leonor Bianchi Em pauta o centenário de Jacob do Bandolim na Biblioteca do Choro. Esta semana conversei com o professor de música e pesquisador Felipe Pessoa, que durante seu mestrado escreveu a tese ‘ Cuidado, violão! As transformações no acompanhamento dos violões nos conjuntos de choro. O artigo que você pode ler clicando aqui […]

Os violões de Jacob do Bandolim: A consolidação de um ...



Por André Diniz e Diogo Cunha “Um sujeito que se chama Zé da Velha só pode ser bom sujeito. O Zé é um patrimônio da cidade”[1]. (Sergio Cabral, pesquisador) Manhã de domingo. Lila Lea arrasta orgulhosa o pequeno coroinha – liturgicamente vestido com túnica vermelha e sobrepeliz branca – à Igreja Nossa Senhora da Piedade. Depois […]

Zé da Velha ou Velha do Zé