Biblioteca do Choro


Leonor Bianchi Benedito Nicolau dos Santos (1878 – 1956) pode ser considerado um dos precursores do movimento do Choro em Curitiba. Artista multifacetado, sua maior comenda talvez tenha sido a cadeira Nº 19 da Academia Brasileira de Música, mas ele exerceu importantíssimos papéis na vida cultural de Curitiba, como músico escritor crítico de arte poeta […]

Songbook do Choro Curitibano | Compositores • Benedito Nicolau dos ...



Leonor Bianchi A Biblioteca do Choro destaca a pesquisa  apresentada no ‘Songbook do Choro Curitibano, vol.1’, (2012/ Otto Produções), organizado e editado pelo músico e pesquisador Tiago Portella. O livro, bilingue, inglês – português, destaca a obra de compositores curitibanos que viveram nos séculos XVIII, XIX e XX, muitos precursores do choro no Paraná. Textos […]

Songbook do Choro Curitibano



Leonor Bianchi A Revista do Choro conversou com o jornalista Lucas Nobile, que lança hoje em São Paulo a biografia ‘Raphael Rabello, o violão em erupção’. No podcast gravado exclusivamente para a Revista do Choro, o autor destaca a relação do violonista com o choro e a enorme contribuição que Raphael Rabello deu ao gênero. […]

‘O violão em erupção’ de Raphael Rabello pelo autor do ...


Leonor Bianchi Hoje cedo conversei com o organizador do livro ‘Primeiras lições de samba e outras mais’, Eduardo Pontin. Ele gravou um podcast exclusivo para a Revista do Choro falando sobre o livro e destacou as passagens que o mesmo traz sobre choro. O livro será lançado dia 29 de abril no Instituto Moreira Salles de São […]

Podcast com Eduardo Pontin, organizador do livro ‘Primeiras lições de ...


Redação Resultado de pesquisa acadêmica do historiador Sérgio Estephan, livro apresenta a trajetória de uma das principais referências do violão instrumental brasileiro Em Abismo de rosas, as Edições Sesc São Paulo resgatam a trajetória de Américo Jacomino, o “Canhoto” (1889-1928), uma das principais referências do violão instrumental brasileiro. Fruto de extensa pesquisa do historiador Sérgio Estephan, o […]

Edições Sesc São Paulo lançam Abismo de rosas, biografia do ...



Por André Diniz e Diogo Cunha “Um sujeito que se chama Zé da Velha só pode ser bom sujeito. O Zé é um patrimônio da cidade”[1]. (Sergio Cabral, pesquisador) Manhã de domingo. Lila Lea arrasta orgulhosa o pequeno coroinha – liturgicamente vestido com túnica vermelha e sobrepeliz branca – à Igreja Nossa Senhora da Piedade. Depois […]

Zé da Velha ou Velha do Zé