Leonor Bianchi
O dia estava quente naquele 20 de março de 1880. A família Callado se abraçava e chorava em um canto. Amigos, vizinhos, colegas, professores do Liceu de Artes e Ofícios, alunos e admiradores lembravam de suas qualidades à flauta e frente à família. “Um gigante no sopro”, “um ás da flauta”,” deixou muita música bonita”, bradavam entusiasmados muitos dos presentes aquele enterro. “Nunca esquecerão do Callado, podem anotar aí. Joaquim Callado nunca será esquecido”, afirmou um amigo com toda razão . . .
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