Quem faz a Revista do Choro


Curioso(a) para saber quem faz a revista? Sou eu: Leonor Bianchi. Preciso atualizar a rápida apresentação que segue, pois escrevi a mesma em 2014 quando criei a revista; já está defasada em muitos aspectos.

Falando muito superficialmente, eu sou uma militante dos segmentos da cultura e da comunicação no Brasil. Já produzi e patrocinei dezenas de prêmios de cultura. Atualmente produzo e patrocino o Prêmio Marcus Pereira de Pesquisa em Música Popular Brasileira através da Editora Flor Amorosa pela qual publico a Revista do Choro www.premiomarcuspereira.com.br.

Enquanto editora de livros já publiquei uma dezena de livros relacionados à música popular brasileira e choro sendo o mais recente a reedição do clássico Carinhoso etc: história e inventário do choro, de Ary Vasconcelos.

Em setembro de 2021 iniciei a série A história do Choro através da imprensa no canal da Revista do Choro no YouTube. Clique aqui para conhecer o projeto.

Também desenvolvo o projeto de podcasts sobre música popular brasileira ‘Histórias da Música Brasileira’ no YouTube. Clique aqui para saber mais.

Quem idealizou e ‘toca’ a Revista do Choro sou eu. Graduada pela UFF, também cursei Cinema nesta universidade. Sou Técnica em Publicidade e Propaganda pelo Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro; cheguei a fazer quatro anos do curso superior de Publicidade e Propaganda na Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM (RJ), mas troquei a opção de enganar as pessoas vendendo sonhos impossíveis por minha real paixão: as Letras e o Jornalismo.

Atuei na imprensa do interior e do estado do Rio de Janeiro por muitos anos, assinei a idealização dos projetos: Mostra e Circuito Cinema Popular Brasileiro, Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras, Anima Cine Macaé, Cineclube SINDSERV-RO, Oficina de EduComunicação Idade Mídia, O Cinema na Escola, Videoteca Cinema Popular Brasileiro entre outros.

No âmbito acadêmico, destaco minhas pesquisas em Análise do Discurso, Memória da Imprensa e do Cinema Regional e a idealização das Hemerotecas Digitas de Macaé e Rio das Ostras.

Como conferencista participapei de inúmeros projetos relacionados à Comunicação, Jornalismo, Cinema e Audiovisual, Tecnologias Educacionais, Literatura, Letras e Língua Portuguesa, e, mais recentemente, à música popular da e ao Choro.

Integro o Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro por em função de minha atuação no segmento cultural em diversas frentes, em vários municípios do estado.

Fui concursada pelo Ministério da Cultura pelo período de quatro anos como Especialista em Audiovisual’ e Parecerista da Secretaria do Audiovisual (SAV), órgão vinculado ao Ministério da Cultura (MinC).

Em nível artístico expresso-me através de fotografias NU. Iniciei o projeto BOUDOIR DA EDITORA em dezembro de 2020 depois de uma vida pessoal muito sofrida e de relações abusivas onde cheguei a ser muito agredida fisicamente e traída pelo meu ex-marido depois de anos de relacionamento. Um homem para quem eu tinha feito o projeto da Revista do Choro, uma vez que ele era/ é um violonista de 7 cordas muito virtuoso, mas um eterno desempregado, adicto, viciado em cocaína e álcool… não conseguia sair da música da noite. Como ele se apresentava como um excelente pesquisador de choro eu resolvi fazer a revista para esse homem para tirá-lo dessa vida, mas não consegui. Ele não queria trabalhar. No segundo ano da revista esse homem quase me matou, me processou depois que eu o descobri (pelo Facebook) casado com outra mulher (ele ainda dormia na mesma cama que eu e jurava que não tinha nenhuma outra mulher) e contei para as pessoas o que ele havia feito. Foram quatro processos deles por calunia e difamação: dois dele e dois da mulher com quem ele me traiu. Eu ganhei os quatro. Depois de muito penar e sofrer por ter vivido essa merda que quase destruiu minha vida, depois de quatro anos amargando, sofrendo… um belo dia eu me olhei no espelho e fiz uma foto sensual minha e publiquei essa foto na internet. Ela hoje tem quase 3.000 curtidas no perfil do meu Facebook. A segunda foto que eu publiquei foi no story e chegou a 52 mil visualizações em 24 horas. Foi quando eu comecei a me questionar como poderia monetizar essas fotos. A minha crítica social ao machismo fazendo as fotos NU começou a me render dinheiro e hoje eu vendo essas fotos para o mundo todo através das galerias BOUDOIR da Editora. Saiba mais clicando aqui. Também já dei uma entrevista falando sobre essas fotos. Para assistir clique aqui. A exposição Boudoir da Editora já recebeu mais de 100 mil visitas de pessoas de todo o mundo. Essa experiência mudou a minha vida!

Em nível internacional, durante seis meses, no ano passado, produzi conteúdo jornalístico sobre cultura brasileira para o maior grupo de comunicação francês, o Vivendi.

Neste momento eu me preparo para um concurso para outra rede de comunicação francesa que contrata jornalistas e produtores de conteúdo aqui no Brasil.

Faço a Revista do Choro no front da militância, sem recurso de patrocinador. Se for do seu interesse, se você valoriza o tema e pesquisa o assunto vamos juntos! Fomente a Revista do Choro! ASSINE a publicação!

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